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Professor Titular do curso de pós-graduação Lato Senso em Iluminaçao e Design de Interiores, disciplina Design de Interiores 1 – Espaços Corporativos 2006 – 2007.

Apresentar soluções inovadoras, leves, sustentáveis e integradas para o design de projetos únicos e específicos de arquitetura, urbanismo e engenharia, com agilidade, profissionalismo e confiabilidade;

 
 
 
 
 
 

projeto de diagramação dos pisos dos calçadões das Ruas São Cristóvão, Laranjeiras e João Pessoa

dotar estes logradouros públicos de melhor padrão de ambiência urbana, onde qualidade estética e funcionalidade se unem para oferecer um espaço amigável e aprazível. resgatar o referencial da área no cenário urbano histórico do Centro Comercial de Aracaju.

  • Tal resgate é importante no sentido de requalificar a área de intervenção reforçando seus atributos de símbolo da identidade cultural e histórica. A utilização da pedra portuguesa comparece como elemento primordial, já que este tipo de calçamento está ligado às tradições históricas da cidade e da cultura urbanística brasileira.

    O partido nasce do princípio de que as diagramações das calçadas devem possibilitar fácil orientação aos pedestres e identidade de lugar à cada uma delas. Os cruzamentos das ruas apresentam-se como pontos referenciais que se distinguem e articulam os percursos. Como conseqüência, distinguem-se diferentes unidades morfológicas, definidas pelos percursos das três ruas e pelas duas pequenas praças originadas pelos cruzamentos.

    De modo a alcançar a unidade de linguagem, adota-se um grafismo padronizado para o calçamento, originado do desenho que integra as palmeiras localizadas junto aos cruzamentos. A localização e disposição destas desempenha importante papel no sentido de orientação local, pois se impõem de maneira marcante na paisagem, visualizadas a grande distância. Deste modo, o padrão geométrico adotado no desenho é definido pela malha que se integra às palmeiras.

    O desenho do calçamento, com pedras portuguesas em combinações de cores diferentes para cada rua, define a individualidade de cada uma. Nas praças os desenhos remetem ao padrão inicial, que dá continuidade de movimento à composição do todo. A unidade e o equilíbrio do conjunto se obtém com clareza, simplicidade e associatividade.

 
 
 
 

luminária tri

um design elaborado de forma divertida e com muita inspiração.

Acho que desde cedo entendi a importância da luz na arquitetura, desde que li aquela frase famosa do Le Corbusier, que a "arquitetura é o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes dispostos sob a luz". E minha orientadora, a maravilhosa professora Cristina Jucá, que me ensinou tanto, me fazia observar esses detalhes nos projetos dos bons arquitetos. Assim, a luz e a sombra sempre foram um componente arquitetônico incorporado em meus projetos. Quando surgiu a oportunidade de fazer o design de uma luminária, todas aquelas lições e observações se fizeram presentes mais uma vez.

 
 
 
 

Luz, forma e movimento

[ Assim é minha arquitetura ]

Apesar de ser um objeto e não uma edificação, tentei encontrar uma forma de obter variações de intensidade (regulagem e dimerização por toque indutivo), posição (articulação individual de cada braço-globo), movimento em relação aos espaços internos (assumindo infindáveis posições), ao usuário (nas adequadas proporções humanas), no controle pelo usuário e também escultoricamente - seja um objeto isolado ou integrado com demais móveis.

Também, o nome Tri é uma brincadeira com múltiplos significados, seja de tri (três, triplo, tridimensional, triângulo) como também do inglês "tree", pois a forma é de uma árvore, com raiz, caule, galhos e copas, no caso 3 galhos que são os braços da luminária.

 
 
 

mobiliário, sistemas

 
 
 
 

mesa chicago

produzida pela zetha entre 2005 e 2012

Inspirada nas obras dos grandes arquitetos modernistas, a mesa Chicago foi concebida como móvel representativo, de proporções generosas e de formas esculturais.

Assim como na arquitetura moderna, a forma segue a função e o diálogo e a interação entre seus elementos de composição lhe confere movimento, dinamismo, refinamento.

  • Suas linhas retas e puras rasgando o tampo parecem querer prolongar-se em todas as direções, reforçando as sensações de espacialidade e perspectiva.

    Os planos verticais de sustentação sugerem estabilidade e firmeza, enquanto os balanços e os prolongamentos horizontais dos tampos nos transmitem leveza e equilíbrio.

    Seus materiais de acabamento são aplicados para gerar efeitos de claro e escuro, de luz e sombra, de cheios e vazios.

    Trata-se de um “objeto mesa” que se aproxima do “objeto arquitetura”, com design marcante, diferenciado, criteriosamente elaborado do seu tampo e de suas elevações, da volumetria, das cores, das aberturas e fechamentos, da presença tridimensional.

    Mesa Chicago e seus complementos, intencionalmente um clássico do mobiliário de escritório contemporâneo.

 
 
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